Antes de começar o
curso, tive um grande entrave que foi como iniciá-lo sem um computador
disponível (o meu resolveu travar duas semanas antes, calando os meus pensamentos).
Pensei então em desistir. Mas, como sempre enxergo novas possibilidades de
crescimento e ampliação de estudos para aperfeiçoamento em meu trabalho, aquilo
ficou martelando em minha cabeça. Finalmente consegui um note emprestado e
decidi faltar ao trabalho no dia seguinte, pois teria que concluir o
módulo um e era o último dia para entrega das tarefas, fiquei descadeirada.
Logo ao iniciar o curso, fiquei preocupada, pois achava tudo meio difícil e
faltava-me habilidade em escrever. Depois fui gostando, e só pensava em
concluir as tarefas impostas. Todo dia pensava: tenho que abrir a página
do meu curso, ler os textos, respondê-los e interagir com os amigos. E que
amigos, pois mesmo virtualmente, consegui conhecê-los um pouquinho através
de suas publicações e sempre através do incentivo das tarefas pelo grupo. Ah, e
a construção do blog foi uma atividade que me deixou muito orgulhosa, pois
mesmo ainda com dificuldades, adorei como ele foi construído (ainda bem que o
Sidnei foi o salvador do nosso grupo, pois com sua experiência, ajudou-nos a
concluir essa tarefa).
Vejo o curso como um
aperfeiçoamento pessoal e profissional. Coisas diferentes andaram rondando
minha cabeça e sempre que podia, ia até a biblioteca, assistia a vídeos, pesquisava
em diferentes sites, discutia com professores da minha escola sobre as características
de textos, relacionando-as aos gêneros e demais elementos do contexto de
produção, fiz minha filha ler meu depoimento e ela então conseguiu resgatar um
pouco do meu passado e me colocou na parede, com outras perguntas
relacionadas ao texto. Os colegas de trabalho viviam me perguntando sobre o
curso, como consegui fazer minha inscrição e prometer que quando souber que vai
abrir inscrição para um novo, não deixar de avisá-los. Chegava à sala dos
professores e comentava próximo aos professores de Língua Portuguesa sobre
Bakhtin, gêneros, construção de crônica e assim iniciávamos uma pequena
discussão. Sai da rotina e pude então passar a conviver em mundo nunca
imaginado e que prazer ao conhecê-lo. Tive uma mudança de postura que era
passiva e comecei a ficar inquieta. Até livros de Filosofia, andei
bisbilhotando.
Aprendi que o livro é
o elemento indispensável ao processo de ensinar e aprender e quando conseguimos
que o nosso aluno tenha essa visão, estamos colaborando para erradicar o
analfabetismo, incluindo o mesmo como cidadão mais crítico, desafiador e
construtor de conhecimentos. E a internet quando usada como fonte
de consulta e formação, possibilita que múltiplas informações e visões
sobre um mesmo assunto passam ser acessadas por todos. Agora, vamos falar da
Carol, nossa tutora, com o seu olhar crítico me fez rever uma tarefa sobre
gêneros duas vezes, me obrigando a pesquisar mais, mais e mais e assim também
dessa forma, aprendi e refleti um pouco mais, entendendo que esse é o seu papel
de mediadora de conhecimentos para a construção e aperfeiçoamento da minha
formação. Tenho vontade de continuar o nosso blog sonho da leitura, pois
podemos trocar mais experiências e não perderemos o contato entre nós. Obrigada
a todos e que Deus nos dê muita saúde e perseverança para alcançarmos
uma nova jornada em 2013.
Felicidades e
sucessos.
“As novas descobertas
nos levam a abandonar o hábito e a livrar-se de temores e preconceitos”. Editora
Nova Fronteira.

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