Este blog faz parte das atividades do PROGRAMA PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA CONTEMPORANEIDADE – 2012, oferecido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Os colaboradores do blog são professores que participam desse curso e que têm a intenção de “juntos” difundir à outros, o gosto pela leitura.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Crônica: Rotina.

Acordara mais cedo naquele dia, antes mesmo do relógio despertar. Ficara alguns minutos deitada, olhando os números do relógio mudarem até que resolveu levantar-se. Como de costume, foi ao banheiro lavar o rosto e escovar os dentes. Foi nesse momento que ouviu a campainha da porta tocar.
Quem seria àquela hora da manhã? Tão cedo! Caminhou até a porta e perguntou quem era. Não houve resposta. Olhou pelo olho mágico e não enxergou ninguém. Deve ter sido uma das crianças do apartamento vizinho, só “de farra”, pensou. Resolveu abrir a porta e levou um susto: havia um homem caído no tapete da entrada. Estava de terno, limpo, parecia ser pessoa de bem. Resolveu checar a pulsação, não havia nenhuma e o corpo parecia enrijecido. Se estava assim, a morte deveria ter ocorrido há algum tempo.
Ficou em pânico, sem saber o que fazer. Como uma coisa dessas estava acontecendo com ela, uma pessoa metódica e perfeccionista, que valorizava tanto a rotina? Foi a passos bambos, cambaleando até o telefone. Discou 190. Jamais imaginou que um dia discaria esse número. Uma voz impessoal atendeu. Sem saber como começar o chamado, perguntou quem estava falando. Que idiota, isso agora não tem importância! Resolveu ir direto ao assunto: “acabei de encontrar um homem morto na porta do meu apartamento e não sei o que fazer...” O policial perguntou se era alguma brincadeira de mau gosto, ao que ela respondeu que não era uma pessoa desse tipo, que brinca com coisa séria. O policial pediu então a identificação e o endereço dela, informou que estava enviando uma viatura e desligou. Ainda com o fone na mão, deu uma olhada na direção da porta e levou um susto: o homem estava de barriga para cima e ela tinha quase certeza de que, quando abrira a porta, ele estava de bruços. Um arrepio percorreu a sua espinha. O que seria aquilo tudo, meu Deus?! Sentou-se na poltrona para esperar pela polícia sem desgrudar os olhos da porta. Estava suando frio e o coração palpitava. Respirou fundo e tentou se acalmar, não deu certo. Olhou para o relógio da parede: seis e vinte da manhã. Ouviu o barulho do elevador e levantou-se. Foi até a porta, escutou alguns passos e novamente o barulho da porta do elevador. Seria possível alguém passar pelo cadáver e entrar no elevador sem notá-lo? Voltou a sentar-se. Mais dez minutos e novamente o barulho do elevador e de passos, dessa vez vinham na sua direção. Um homem uniformizado parou em frente a porta e chamou-a pelo nome: “Senhora Lúcia?”. Ela fez um gesto afirmativo com a cabeça. Os cabelos compridos balançaram também. Ficaram, por alguns instantes, se olhando fixamente. Ela então explicou o que havia acontecido e pulou, de propósito, a parte sobre a posição do corpo. O policial examinou o homem e constatou, na mão do morto, uma nota de dólar amassada.
Era a mesma situação do crime cometido no mês anterior e que a investigação provou ser queima de arquivo. Retirou o telefone do bolso e passou algumas instruções para a retirada do cadáver. Quando desligou, pulou por cima do cadáver em direção à Lúcia. Ela já nem se lembrava mais do morto. O cheiro da loção de barba daquele homem era inebriante, delicioso e os olhos, meu Deus!... Parecia que ela causava a mesma boa impressão nele, que não retirava os olhos (lindos) dela. Ofereceu a ele uma xícara de café e começaram a conversar.
O tempo passou e eles nem perceberam. Quando o telefone dele tocou, chamando-o de volta à delegacia, ela o acompanhou até a porta. Os dois nem se deram conta de que o corpo já não estava mais lá, se despediram e ele foi embora, com o telefone de Lúcia anotado em sua agenda e o coração carregado de sonhos. Para Lúcia, um dia que parecia ter sido um verdadeiro horror, prometia coisas muito boas...

terça-feira, 30 de outubro de 2012

CRÔNICA: UM CADÁVER NA MINHA PORTA

Devia ser mais um dia comum, de uma pessoa comum... De uma manhã comum... Exceto pelo cadáver em frente à minha porta!!!

Como isso pode acontecer comigo? Justo comigo? Uma pessoa que nem lê os jornais, nem vê telejornais exatamente para não saber das coisas violentas que acontecem no cotidiano desta cidade, não tão comum assim...

E o relógio? Parece que parou... Quanto tempo faz que liguei para a central de polícia? Duas horas? Uma hora? Não, apenas cinco minutos se passaram.

O que devo fazer? Ficar olhando para o defunto para ver o que ele faz? Bobagem! Fugir é que não vai... E se algum vizinho passar e ver? Vão chamar a polícia, achar que eu matei... Acho que vou colocá-lo para dentro de casa.

Abro a porta em um impulso. Fico com medo de olhar. Uma voz interior avisa: é melhor não mexer em nada, vai que tem digitais....Pior ainda: e se o morto se levanta? Ai, ai... Que medo. 

Dou uma olhada de relance e vejo: ora, ora, até que o rosto é bonito; um pouco pálido, talvez, mas é bonito. Como posso achar bonito um morto? Tudo bem! Vamos pensar: o que eu fiz até aqui?

Acordei com o despertador, lavei o rosto e ouvi a campainha.

Espere aí! Morto não toca campainha... Quem será que tocou? Ou o morto morreu naquela hora, ali, coladinho na minha porta???

Ai, ai... Mas voltando a retrospectiva...

Atendi a porta. Vi o defunto e... entrei em PÂNICO: gritei, pulei, chorei, andei em círculos e formei um buraco no meio da sala. Tapei o buraco, respirei fundo, me acalmei e fiz a única coisa lógica até então: chamei a polícia. Acho que tudo isso demorou uns... 500 minutos, mais ou menos...

Bem, o jeito é esperar... Acho que vou tomar um banho... o morto não vai sair de lá mesmo...

Ah... olha a sirene da polícia. Vou abrir a porta e...

Quase morri do coração:  do lado de fora a minha turma agrupada gritando Halloween...

Não deu outra...

Entrei em PÂNICO: gritei, pulei, chorei, andei em círculos e formei um buraco no meio da sala. Tapei o buraco, respirei fundo e sai correndo feito louca, com uma vassoura na mão, atrás dos meus amigos engraçadinhos...

domingo, 21 de outubro de 2012

Depoimento sobre leitura e escrita

Olá, sou a professora Solange e atuo na disciplina de Ciências com formação específica em Matemática e Física. Às vezes, me vejo um pouco cansada nessa rotina de trabalho pois já estou lecionando há 27 anos. Porém tive que fazer uma operação de urgência da vesícula e nos quase 90 dias parados devido à licença saúde tive alguns momentos de depressão, me sentia inútil. Voltei a trabalhar e como tenho jornada integral, é árdua minha tarefa. Mas é na escola que tenho espaço para aprimorar meus conhecimentos, me sentir útil, pesquiso, troco ideias e percebo que o meu trabalho nunca está terminado e que tenho muito ainda a contribuir, pois todo dia é um recomeço.

Depoimento sobre leitura e escrita
Lembro-me quando criança que não havia muito incentivo a leitura, pois fazíamos parte de uma criação de muitos filhos criados sem pai, onde a mãe saía de madrugada e voltava ao final da tarde da roça cansada com um sorriso no rosto e um beijo caloroso. Ficávamos então com a Vó que era analfabeta e a tia que parece não ter dado prosseguimento aos estudos e casou-se cedo. Mas, pelo menos minha mãe teve a iniciativa de mandar-nos para a escola e assim cobrava-nos as tarefas feitas. E o medo e o respeito eram tanto que tentávamos fazer o melhor. Como havia muito concurso de redação, às vezes conseguia me destacar e foi em um desses concursos com o tema Hidrelétrico, que ganhei meu primeiro livro no curso primário que tinha o título de Tistu, o Menino do Dedo Verde. Era uma leitura apaixonante, mágica, pois aquele menino onde apontava o dedo tudo virava flores. Lembro-me ainda, que eu o escondia debaixo do colchão para que ninguém o pegasse e havia umas goteiras no telhado e dessa maneira eu também o protegia. Depois tomei gosto pela leitura, assim tornei-me na época colecionadora de Histórias em Quadrinhos do mundo mágico da Walt Disney e revistas Sabrina entre outras com seus romances. Hoje, não sou uma devoradora de livros, mas quando é possível eu os leio. Gosto de ler livros, muitos artigos, revistas variadas, letras de músicas e às vezes escrevo bobageiras, arquivando-as ou jogando direto para o lixo. Recomendo o livro que gosto que é Justino - O Retirante, de Odette de Barros Mott, da editora Brasiliense-Mec.




"Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende." Leonardo da Vinci



Poder da leitura


Sonhos da leitura


Sábias palavras


Apresentação do grupo

Rodrigo dos Santos Marcelino, 
Tenho 27 anos e leciono história desde de fevereiro de 2012, para o ensino fundamental 2. Terminei minha graduação em história ao final de 2011, na Universidade Nove de julho. Estou muito feliz em poder trabalhar na educação e penso que mesmo com todas as dificuldades que nós já conhecemos, acho que a educação em nosso país ainda tem salvação.

Nesse sentido, quero fazer parte desse projeto de tentar melhorar a educação em nosso país para que futuramente possamos ter cidadãos mais conscientes, sei que é um trabalho ardo-o, porém, estou disposto a enfrentá-lo com muito prazer e perseverança. 

Apresentação do Grupo

Zuleica Ramos Tani

"A vida é bonita e é bonita". Começo a minha apresentação cantando Gonzaguinha. É assim que sou. A vida é um presente que recebi e, por isso todo o instante é um presente. Presente este que está chegando aos 50 anos com muita alegria. Sou capricorniana: teimosa, persistente, realizadora, sonhadora e confiante. Sou professora desde 2000. Primeiro com cursos técnicos e, atualmente, no Ensino Fundamental II, na área Língua Portuguesa. Adoro ler e escrever, Matemática só se for com a calculadora e ainda é capaz de eu errar.... 

Sonhar é lindo, poder realizar melhor ainda, por isso estamos aqui: para realizar mais uma etapa do nosso sonho de aprender e ensinar.

Agradeço a este grupo maravilhoso por este trabalho de equipe.

sábado, 20 de outubro de 2012

Como comecei no mundo da leitura

Particularmente nunca fui um exemplo de estudante, era bagunceiro, desorganizado e as vezes não realizava as tarefas de casa, principalmente na disciplina de língua portuguesa que tanto tinha dificuldades, afinal, sou filho de portuguesa, minha mãe me ensinava o português de portugal e na escola aprendia o português brasileiro, era um nó na minha cabeça. Além de ter o famoso problema do “cebolinha da turma da mônica”, é... eu trocava o r pelo l, imaginem como era complicado, isso só melhorou na 5ª série.

Não era fácil minha vida de estudante, a partir da 5ª série até o último ano do colegial ocorreram tantas coisas que só me fizeram “detestar” a leitura e a escrita. Não realizava as atividades por pura preguiça em escrever os temas livres ou resumos de livros que dificilmente eram lidos, ficando muitas vezes com nota vermelha.

Demorei pra adquirir o hábito da leitura e escrita, e principalmente o gosto de ler, foi entre os meus 24 a 25 anos que se deu na minha vida a iniciação no prazer em ler. Por problemas de saúde fui obrigado ficar atrelado um ano na cama, após muita TV, rádio, game já não aquentava mais... Ah, nesta época ainda não havia internet no país e nem celular. Qual foi a solução para combater o tédio, a leitura, foi difícil, uma página por vez, o dicionário sempre ao lado,  livros pequenos com poucas páginas e bem finos.

 Até que me tornei um viciado em livros, hoje leio entorno de 15 a 20 livros por ano, lembrando que não é mais os fininhos, rsrs... Gosto muito de história, religioso, filosofia, ficção e o que cair em minhas mãos, estou lendo. Hoje paro e penso, como foi bom ter ficado naquela cama tanto tempo, um mundo novo e replete de oportunidade se abriu para mim, posso afirmar que cresci em todos os aspectos como pessoa.

DESAFIO: Vamos criar Haicai?


Fonte: valedaspalavras.blogspot.com


Haicai é um poema de origem japonesa, que chegou ao Brasil no início do século 20 e hoje conta com muitos praticantes e estudiosos brasileiros. No Japão, e na maioria dos países do mundo, é conhecido como haiku.


Segundo Harold G. Henderson, em Haiku in English, o haicai clássico japonês obedece a quatro regras:
  • Consiste em 17 sílabas japonesas, divididas em três versos de 5, 7 e 5 sílabas
  • Contém alguma referência à natureza (diferente da natureza humana)
  • Refere-se a um evento particular (ou seja, não é uma generalização)
  • Apresenta tal evento como "acontecendo agora", e não no passado.
Exemplo de Haicai:

PAULO LEMINSKI: escritor brasileiro conhecido na arte do Haicai.


"Nuvens brancas
passam
em brancas nuvens"

AGORA É COM VOCÊS.
Faça um Haicai e postem no nosso blog.

Experiências com leitura e escrita


Sentar na casa da fazenda da minha tia-avó, nas tardes de inverno e de verão, comendo pipoca, milho com manteiga na brasa, bolo de fubá ou bolinho de chuva... E ouvir as estripolinhas que Monteiro Lobato fazia enquanto criança, contando como foi a infância, as artes, as disputas e a imaginação que ele tinha desde cedo, foram as primeiras inspirações para o universo dos livros. As crianças se reuniram e ficávamos horas, sem perceber, nos encantando com estas tardes. Ela fazia fantoches e, com a sua habilidade em costurar e a voz mansa em falar, contava e recontava as histórias extraordinárias. Podíamos dizer que a Jovina era a própria Dona Benta.

Depois, um pouco mais para frente, os livros foram apresentados para nós que devorávamos as letras, sem entendê-las, enquanto alguém, uma tia, um primo, um avô lia os desenhos que se formavam aos nossos olhos. A coleção completa de Lobato eu li, sem desenhos, ou melhor com mais ou menos 4 desenhos por livro em preto e branco, logo que aprendi a ler. São momentos mágicos que estão na minha memória. Comprei em julho a nova edição do livro “Emília no País da Gramática” para verificar as mudanças que foram feitas para a reedição e estou encantada com os desenhos. 

Além deste momento há um outro que merece destaque: quando fiz a minha primeira comunhão ganhei um livro da minha madrinha: Pollyana. Que lindo... passei a ver o lado bom e positivo das coisas, e até hoje procuro usar este ensinamento na minha vida. Meus filhos já leram e também pediram para dar de presente para amigos... Vale a pena relembrá-lo. Depois foi publicado Pollyana Moça, que, apesar de não ser tão atrativo como o primeiro também merece a leitura.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Depoimento: A leitura em minha vida

Olá colegas!

Meu contato com os livros, de forma apaixonante, iniciou-se por volta de meus onze anos. Eu estava na quinta série e minha professora Lúcia, de Língua Portuguesa, apresentou-me a série Vaga-lume. Foi “amor ao primeiro livro”. As aventuras vividas pelo cachorrinho Samba e pelas crianças que também faziam parte das histórias, abriram as portas para as minhas grandes “viagens”. A montanha encantada, A ilha perdida, O caso da borboleta atíria... esses e tantos outros livros jamais saíram da minha memória e contribuíram para que eu decidisse qual profissão seguir, tinha a certeza de que deveria ter contato direto com a leitura. Era muito comum, após as aulas, eu e minhas amigas ficarmos sentadas embaixo de uma árvore que hevia no pátio da escola, lendo o livro indicado pela professora. Eram momentos muito agradáveis e voltávamos para casa cheias de sonhos e fantasias. Ainda não existia celular nem computador, então somente no dia seguinte é que ficávamos sabendo até que parte do livro cada uma havia lido. Não demorávamos nem uma semana para terminar a leitura e logo já estávamos pedindo para a professora nos indicar outro livro, outras aventuras... Hoje, continuo com o hábito de ler e possuo um gosto bem eclético, leio de tudo, de ficção científica a filósofos consagrados e os livros fazem parte da minha vida. Procuro, da mesma forma que minha professora da quinta série, despertar o gosto pela leitura em meus alunos. Uma aula que eles aguardam ansiosos é aquela em que leio para eles alguns capítulos de um livro. Ficam todos em silêncio, concentrados na história. Ao final da aula, disponibilizo os livros para que eles terminem a leitura em casa e aí sim, o alvoroço “está criado”. Todos levantam correndo para pegar o livro. Decidimos o prazo para debatermos o livro em conjunto e é muito raro quando algum aluno não termina de ler após esse prazo. O resultado é um prazer contagiante!

Abraços a todos!

Tati

A LEITURA NUNCA É DEMAIS!

A LEITURA FAZ BEM!!!!!!!!

A importância da leitura em minha vida



Eu me lembro de que quando era criança, não lia muito bem! Então meu pai, me deu um gibi para que eu pudesse exercitar minha leitura. A atitude do meu pai, e o incentivo dado por ele, me fez ver como faz bem a leitura para nós. Hoje, leio com prazer e acho que para que nossas crianças tenham esse mesmo prazer que eu tenho hoje, é essencial que seus pais participem desse processo. Pois são eles a primeira referencia que os filhos possuem, e se a criança é acostumada desde cedo com a leitura, consequentemente, ela será um adulto que tenha o costume de ler. Nós vemos hoje, em nossas escolas, muitas crianças com bastantes dificuldades na leitura, e isso é muito grave. No entanto, sabemos que em casa, elas não têm essa referência leitora que citei. Então se começarmos a incentivar que esses pais tenham a consciência que dando para seu filho um gibi, um livro ou até mesmo pedindo que ele o auxilie de alguma forma, lendo um jornal ou uma bíblia ou as contas de sua casa, estará ajudando no desenvolvimento de um bom leitor. E que esse leitor possa futuramente apreciar um bom livro e carregar essa cultura leitora na sua vida adulta. Eu me lembro do primeiro livro que li, eu peguei ele na biblioteca da escola, era de um detetive que estava investigando um crime. Ele estava em busca de um estrangulador que gostava de estrangular mulheres. Na época, acho que tinha uns onze anos, e não via a hora de descobrir quem era o tal estrangulador. Fiquei horas e horas lendo o livro, até acaba-lo. Foi muito bom quando terminei e descobri quem era o estrangulador. Depois, já comecei a ler outro. Acho que é isso que devemos fazer para atrair o interesse dos nossos alunos. Porque hoje, estamos em desvantagem com o que eles têm para se distrair, e se quisermos fazer com que eles sejam bons leitores, temos que trazer o mundo deles para sala de aula, e tentarmos contemplar essas ferramentas ao nosso material pedagógico.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A importância da leitura

A leitura é importantíssima no crescimento de uma criança. Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral.
Mas a leitura não é importante somente para as crianças; jovens, adultos e idosos, devem ter contato com os livros, eles ajudam e muito todos. O livro fornece a você, entrar em um mundo sem sair, fisicamente, do local onde você se encontra, ou seja, uma viagem através do subconsciente.
Romance, comédia, drama, terror, suspense, educativo dentre muitos outros gêneros, seja ele qual for, uma leitura é bastante relaxante e faz muito bem a saúde.
Segundo o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos ligados à Educação, a leitura Desenvolve o repertório, liga o senso crítico na tomada, amplia o nosso conhecimento geral, aumenta o vocabulário, estimula a criatividade, emociona e causa impacto, muda sua vida, facilita à escrita e muitas outras vantagens, que só lendo, se sabe ao certo.
Ler sempre é importante, leia um bom livro, caso não possua livros, acesse sites de leituras na internet, mesmo virtuais eles fornecem uma boa leitura.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Sabedorias de Drummond

(31/10/1902 - 17/08/1987)



“A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede.”

Carlos Drummond de Andrade

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